Yippie kay-yay,

Continuando a promoção de eventos pelo Brasil afora, eis que chega um nas belas terras mineiras. A Feira do Vinil e CDs Independentes promovida pela Discoteca Pública(que, por sinal, falaremos melhor em um post no futuro breve) segue para a sua décima segunda edição na cidade de Belo Horizonte. Para os que ainda não conhecem a empreitada, vale a pena conferir e apreciar uma das poucas oportunidades desse gênero que acontecem na região. Para os que já conhecem a feira, fiquem atentos, pois o endereço mudou.

A 12ª Feira do Vinil e CDs Independentes acontecerá no Centro Cultural Padre Eustáquio, nos dias 5 e 6 de dezembro de 2009, entre as 10 e 19 horas. O CCPE fica na Rua Jacutinga, n° 821, no bairro Padre Eustáquio. A entrada é gratuita, e o evento contará com colecionadores e lojas especializadas de Belo Horizonte, além da tradicional cerveja gelada.

E essa edição da feira acontece com um twist: Simultaneamente, estará ocorrendo um evento da C.C.P.E. Portanto, além do glorioso comércio de LPs, haverá shows, oficinas e cursos para os interessados.

Museu do Disco - Av. Pres. Getúlio Vargas, 245 – Centro

Um dos maiores acervos que já vi; sem dúvidas o local em que mais comprei discos de uma só vez. Impossível não passar vontade dentro dessa loja repleta de raridades antigas, mas que também contém alguns itens novos. O Museu do Disco de Juiz de Fora é composto por dois salões (literalmente!) recheados de cheirosos discos esperando para serem desenterrados. Os preços são comuns: não ultrapassam o justo nem podem ser chamados de barganhas. O que torna esse estabelecimento tão especial para maiores compras, no entanto, é que os descontos podem ser incrivelmente interessantes se você negociar suas escolhas.

Ambulantes - Parque Halfeld, Av. Rio Branco.

Apesar de não se tratar de uma loja, pode-se esperar encontrá-los quase todos os dias por ali, inclusive aos finais de semana. Os vendedores ambulantes que montam suas exibições em meio à movimentada praça não dispensam boa conversa e bons negócios. Há a vantagem de que muitos deles não são muito conhecedores das raridades que têm em mãos, e por isso vendem barato. A desvantagem, é claro, é que as chances de encontrar algo que você realmente procura são um pouco reduzidas.

Olá, colegas!

Sei que pode parecer piada esse post passados tantos dias da feira. No entanto, como já salientou meu amigo de São Paulo no último post, estivemos bastante ocupados para postar especialmente nesses últimos dias.

A 17ª Feira da Música em Curitiba aconteceu no 12 de Outubro, no Hotel Granville, no Centro, organizada pela loja Vinyl Club, e era destinada ao comércio de LPs, CDs, Vídeos e Gibis.

Comecemos pelos pontos fortes: presença de mais de trinta expositores, que incluem lojas do brasil inteiro e também colecionadores com seus acervos pessoais. A origem dos expositores era bem diversificada, mas a maioria vinha de São Paulo, Curitiba e Santa Catarina.

De São Paulo, podemos destacar a presença da Relics Discos, Museu do CD, Big Papa Records e Baú das Artes. Da cidade-sede, Sebo dos Andarilhos, Trovatore (juntamente com o Sebo Fígaro) e o vendedor Benedito Cesar (frequente vendedor da feira do Largo da Ordem) marcaram presença também com boas pilhas de bolachões. Sebos próximos, como o Old Fashion Discos, aproveitaram a onda e abriram também no dia do evento.

O que mais me chamou atenção, no entanto, não foram os discos expostos: a chuva chatinha que castigou os curitibanos durante todo o dia não foi capaz de resfriar os ânimos dos verdadeiros fãs, que compraram raridades, aproveitaram para tomar umas cervejas no boteco em frente ao hotel e  bater um papo.

Porém, como sempre, nem tudo foram flores, paz e amor.

Conversando com  os vendedores, ouvi reclamações de que a feira tinha sido mal organizada, no sentido de que a divulgação foi parca e insuficiente. Muitos trouxeram na bagagem discos raros de jazz, soul, blues, rock antigo e se decepcionaram com o perfil da grande maioria dos clientes: metaleiros procurando os mesmos medalhões de sempre. Parece a mim que o grande objetivo para a próxima feira em nossa amada cidade é combater esse “quê” de evento underground: mais clientes significa mais vendedores, e assim, mais raridades em nossas sacolinhas.

Fotos do Evento (clique para ampliar):


Bons amigos,

Peço perdão e sei que entenderão quando digo que estamos tendo dificuldade em manter as postagens fluindo. Ficamos triste em não termos tempo de postar absolutamente tudo que temos pra oferecer pra vocês, mas, como queremos manter um bom padrão de resenha dos locais de vendas dos nossos discos, temos que adiar algumas postagens. Bom, mas enfim sobre isso…

Trago a vocês hoje mais alguns endereços na nossa cidade da garoa,  São Paulo.
O Centro de São Paulo é o lugar mais rico em termos de discos de vinil na cidade, então estou focando meus posts iniciais nesta região, pra depois passar pra alguns dos ótimos lugares que podemos encontrar fora do raio de 1km da Praça da República. Além disso, incluo no post de hoje o início da cobertura de outra bela galeria para o comércio de LPs: a Boulevard do Centro.

Faunus Discos

Foto: Faunus Discos

Faunus Discos – R. 24 de Maio, 188 – Boulevard do Centro – Loja 105 – Centro

http://www.faunus.com.br

Contando com um agradável e espaçoso local, a loja Faunus representa um pouco da atualização tecnológica do comércio de discos de vinil. O que quero dizer com isso é que o espaço em si deve ter pouca importância para a sustentação da loja. A Faunus Records conta com um website internacional que deve contribuir em muito mais para os seus ganhos, e os discos parecem estar lá apenas para expor a marca Faunus. Os preços são em geral alto e o atendimento não foi muito atencioso em minhas recentes visitas. No entanto, como era de se esperar, o acervo é grande, organizado e diverso, bom para lamentar não ser gringo.

Cel-Som Discos – R. 24 de Maio, 188 – Boulevard do Centro – Loja 114 – Centro
Novamente com um espaçoso lugar, a Cel-Som Discos é uma das melhores opções para discos na Boulevard do Centro. O local é agradável, organizado e guarda um acervo muito qualificado. A loja reserva grandes seções destinadas à música brasileira, e raridades são comuns lá. Os preços dos discos, internacionais e tupiniquins, são em geral muito aceitáveis, com poucas exceções. O atendimento é simpático e há uma boa vitrola para ouvir sua paquera musical antes de adquirí-la.

Ventania Discos – R. 24 de Maio, 188 – Boulevard do Centro – Loja 113/117 – Centro
Trata-se de uma das mais antigas e tradicionais lojas do meio, em que há poucas remanescentes da glória dos anos 60 e 70 no país. A loja nasceu em 1985, e conta com o maior espaço destinado ao vinil na galeria. No entanto, isso não necessariamente é bom, como todos vocês garimpeiros devem ter conhecimento. O acervo é um pouco desorganizado, e algumas seções são um tanto díficeis de acessar, pela quantidade de móveis(em geral mais antigos que os discos) recheadas de discos entupindo a loja. Há seções especializadas em gêneros e também outras destinadas a promoções incríveis.

Gordu’s Discos - R. 24 de Maio, 188 – Boulevard do Centro – Loja 109 – Centro
Ao contrário das três lojas descritas acima, a Gordu’s Discos, como poucas lojas em São Paulo, é especializada em um gênero específico, embora amplo. Esse tema musical é a black music, com todas suas inúmeras vertentes, fato advindo de ser um termo bem amplo. A loja cobre tanto o cenário internacional, com o foco nos Estados Unidos, quanto o nacional, com suas bandas de baile, sambas, etc. O Gordu(você saberá reconhecê-lo) é, como de se esperar, admirador do gênero e, assim, oferece um atendimento bem específico e conhecedor, além de simpático.

Garimpo Cultural | Corsário Discos – Rua Sete de Abril, 154 e Rua Barão de Itapetininga, 37 – Galeria Nova Barão – Loja 35 – Centro
Essa loja foge um pouco do padrão de lojas da Galeria Nova Barão, por não ser uma loja voltada exclusivamente para os discos(também vende CDs e livros usados), o que faz com que ela não dê toda a atenção necessária a seu acervo.Este é um pouco limitado, não foge muito dos discos comuns, e não há muita renovação no que você virá a encontrar por lá. Por outro lado, pontos fortes da loja são o preço e suas promoções. Houve, por exemplo, ótimos descontos na época da Virada Cultural deste ano, que garantiram um bom movimento no local. O dono da loja, Praxedes “Xinez”, é vocalista da duradoura banda punk Os Excomungados, nascida nos então obscuros corredores do Conjunto Residencial da USP, o CRUSP.

Queridos amigos,

Gostaria, primeiramente, de agradecer a todo o apoio e preferência que temos obtido de vocês, visitantes. Chegamos há dois dias na marca de 1000 visitas, e tal feito não poderia passar em branco. Uma estatística como o número de visitas não é pra alimentar o ego da equipe – não no nosso caso. Ficamos extremamente felizes pois é um indicador que o nosso trabalho está dando certo e, consequentemente, estamos ajudando as pessoas a cultivarem esse maravilhoso gosto de ouvir os longplays.

Mas esse não é um post apenas de agradecimentos. São palavras de promessa. Nomearei algumas das coisas que devem pintar no nosso blog nos próximos tempos:

- Novos colaboradores em Porto Alegre, Brasília e Belo Horizonte.
- Cobertura de eventos(A começar pela Feira da Música em Curitiba, do dia 12/10).
- Muito mais do Rio de Janeiro e de São Paulo.
- Um pouco mais de Curitiba(Será possível??).
- Entrevistas com personalidades da cultura e comércio dos discos.
- Possível participação de um membro da equipe em uma matéria sobre discos de um programa de televisão.

Além disso, gostariamos, nesse post, de pedir desculpas. Andamos muito ocupados e, assim, está sendo difícil manter uma regularidade de posts; Ora fazemos 3 matérias em 2 dias, ora ficamos 1 semana sem escrever. Esperamos que entendam. Só pedimos que aguardem tudo que ainda vem pela frente.

Qualquer dúvida, crítica, elogio ou sugestão, por favor envie-nos um e-mail: longplaybrasil@gmail.com.
AH! E se quiserem colaborar para o nosso site, nossa equipe está totalmente aberta.

Grande abraço,

Equipe longplaybrasil

Promovida mensalmente desde 2004, a Feira Livre do Vinil em Santo André traz o que todo tarado por bolachões como nós gostaríamos de encontrar pelo Brasil inteiro. Sucesso absoluto, traz dezenas de expositores da região e de outros estados, e claro, milhares de discos para serem namorados, negociados, barateados… Todos os meses, visitantes de todo o país prestigiam esse paraíso de raridades, preciosidades para todos os bolsos. Qualquer chance de manter vivo esse enorme apetite que ainda hoje alimenta os espíritos colecionadores nessa cidade paulista não pode ser desprezada. Não perca!

Cartaz A3 46 Feira

Digníssimos amigos e leitores,

Após breve hiato, continuamos aqui o relato dos mais variados lugares para comprar discos na capital paulista.

Assim como na primeira parte da seção “São Paulo”, todas as lojas deste post se situam em um mesmo endereço, o da Galeria Nova Barão. O local tem duas entradas: Rua Sete de Abril, 154 e Rua Barão de Itapetininga, 37, no centro de São Paulo. A galeria tem dois andares, e o segundo é onde as lojas de discos se encontram. Fica bem perto das estações de metrô Anhangabaú e República, e é uma visita imperdível para os fãs dos bolachões.

Tuca Discos

Foto: Tuca Discos

Tuca Discos – Loja 70
Situada no fundão da galeria, se entrando pela Sete de Abril, como eu sempre faço, a loja é um dos destaques do endereço e, ouso, de São Paulo. Um dos pontos pra elevar a loja a essa categoria é a organização. O Tuca, o dono do local, preza muito por isso e sempre está trabalhando para deixá-la bem agradável e fácil para garimpar. Além disso, a variedade de seções de discos é impressionante: 50s/60s, 70s, 80/90s(A seção setentista com óbvio destaque), rock progressivo, rock brasileiro, jazz, blues, folk, soul, punk, heavy metal e por aí vai. Todas as seções são constantemente atualizadas e contam com discos que fogem do lugar comum das prateleiras de sebos apenas medianos. Em outras palavras, encontram-se lá ótimos discos. Os preços são muito atraentes, até abaixo da média da galeria, que já é extremamente satisfatória nesse quesito. Além disso, não dá esquecer de ressaltar que o Tuca é muito educado, atencioso e interessado.

Extreme Noise Discos - Loja 26
Situada no epicentro geográfico do comércio de discos da galeria, ao lado da Big Papa Records, Mafer Records e Disco Sete, a Extreme Noise Discos é bem específica em seu mercado atuante. A decoração escura não engana: É uma loja voltada para os discos do metal, em suas mais variadas vertentes. Pode ser um lugar interessante pra encontrar entidades do mundo antigo e novo do heavy metal, como Black Sabbath e Slipknot. Além disso, a loja conta com uma particularidade: Conta com muitos álbuns autografados a preços não tão altos. Assim, caso se interesse, é o lugar pra achar aquele disco do Iron Maiden com autógrafo dos rapazes.

Art Rock - Loja 48
Com um belo logo de entrada, a loja pode não ser tudo que você imaginava. Na realidade, qualidade e preço ela tem, mas o foco dela não é exclusivo no vinil. Tem muitos CDs, e a seção de discos tende a ser um pouco desorganizada. Além disso, há de se ressaltar que a loja tem horários de funcionamento um tanto estranhos. Já me deparei várias vezes em plena luz do dia de dias de semana com o local fechado. Vale a pena conferir o que eles tem pra oferecer na vitrine, onde é comum ver discos muito bons a preços razoáveis.

Disco Sete – Loja 24
Mais uma loja especializada do complexo da Nova Barão. Neste caso, trata-se de uma loja feita para o público de discos brasileiros. Assim, neste gênero, é muito interessante e pode render magníficos frutos tupiniquins para a sua coleção. A loja conta com muitas raridades nos subgêneros tropicália, setentista, bossa nova, mpb, mangue beat, etc. O atendimento é muito bom, e o local é famoso dentro desse contexto brasileiro de discos. Atente aos discos expostos nas paredes, que contam com os destaques do momento da loja.

Combat Rock - Loja 66
Mais no fundão da galeria, perto da Tuca Discos e da Tuaregs, a Combat Rock não é dos maiores destaques da Nova Barão. Pequeno acervo, pouco interessante e muito específico para um determinado público; No caso, o trash e punk brasileiro. Não conheço absolutamente nada deste gênero, e, assim, não consigo fazer uma análise justa da qualidade dessa loja para tais discos. No entanto, para quem se interessa pelo gênero, vale a pena conferir e adquirir a própria opinião.

Acharam que eu havia esquecido da Cidade Maravilhosa?

Apesar de ser, entre as três principais cidades que proponho a escrever sobre, a que eu conheço o menor número de sebos e lojas de discos, o Rio de Janeiro pode ser uma surpresa a quem garimpa discos Brasil afora.

E é com grande estilo que inicio o cardápio com uma de minhas maiores descobertas, a loja Tropicália Discos.

Tropicália

Tropicália Discos

Andando pelo centro do Rio, disposto a conhecer o maior número de lugares aonde poderia encontrar bons LPs na cidade, consegui, por meio de um amigo do dono de um dos quiosques de uma pequena praça aonde se vendem discos(falarei mais a respeito em outro post), um singelo cartão de uma loja com uns números de telefones rabiscados atrás. Ele me disse, ao ver que não levaria nada da lojinha do seu amigo, que talvez encontrasse coisas mais do meu gosto nessa tal loja, a Tropicália Discos, “perto da Praça Olavo Bilac, o mercado das flores, pô, não conhece?!”. Não sei, não me empolguei muito de imediato, mas, como tinha aquela tarde reservada para aquela tarefa, resolvi seguir a jornada. Um passeio não tão curto, ainda mais quando se está quase perdido, mas que no fim valeu a pena…

Devo admitir, foi difícil encontrar, mas quando entrei pela porta de vidro com um adesivo grande estampado, meus olhos brilharam.

Imagine o seguinte: Um lugar de tamanho médio para uma loja de discos, mas com as paredes COBERTAS do chão ao teto de vinis, lado a lado. No meio da sala principal, ainda um móvel recheado dos bolachões. Numa salinha junta da principal, prateleiras e prateleiras dos nossos queridos LPs. Que tesão, não?

E basta você começar a olhar que logo percebe que é uma loja que une grande quantidade com alta qualidade. Reserve uma tarde sua pra garimpar, ficar deslumbrado e desejar que você tivesse mais dinheiro na sua conta bancária.

A verdade é que a Tropicália Discos preza pelo profissionalismo. Atendentes simpáticos, dispostos a ajudar e que entendem muito da cultura do vinil e de música em geral, e prateleiras muito bem organizadas, por gênero e alfabeticamente. Uma bela vitrola acompanhada de um bom sistema de som estão lá prontos pra rodar um LP de seu interesse, e, caso vá adquirir um deles, você pode pedir que ele seja lavado que eles farão isso na hora, caso tenha necessidade.

Tropicália

Ao chegar em casa nesse primeiro dia de visita ao local, tive que dar uma pesquisada a respeito, e encontrei o melhor site de loja de discos que já vi no Brasil. Com poucos cliques, você consegue acessar todo o acervo deles, junto com informações como se trata-se de um importado ou nacional, um duplo ou simples, além óbviamente do preço.

Há de se destacar que, para aqueles que moram longe do Rio de Janeiro, também, há, pelo site, a opção pelo envio do disco por correio, pelos mesmos preços praticados na loja, apenas com taxas de frete.

Falando no preço, novamente não há reclamações. Pelo contrário: Costuma vencer as concorrências neste quesito. Isso sem falar do ótimo estado geral dos discos da loja, todos com plástico interno e externo.

Com elogios como estes, não há como não dizer que a Tropicália Discos é uma das melhores lojas de LPs do país, e a melhor que já descobri no Rio de Janeiro.

Tropicália

Tropicália Discos
Praça Olavo Bilac, nº 28 – Sala 207
Centro – Rio de Janeiro

Próximo ao metrô Uruguaiana
(0XX21) 2224-9215

http://tropicaliadiscos.com.br/

tropicalia@tropicaliadiscos.com.br

Olá, queridos!

A apenas duas semanas do evento mais esperado de Curitiba, venho convidá-los para essa festa. A Feira da Música traz não somente as melhores lojas de nossa cidade para exposição, como também vendedores de outras freguesias como São Paulo para exporem suas raridades. A entrada é gratuita, a oportunidade é única. Não perca essa chance de trocar, vender e comprar aquelas peças tão almejadas já escassas no mercado, além de bater um papo com aficionados como você — para mostrar que não, não está sozinho nessa empreitada.

17ª Feira da Musica

Ps.: Boatos que esse ano contaremos com a ilustre presença de ninguém menos que o Big Papa – imperdível àqueles curitibanos cujos bolsos ou relógios não permitem viagens garimpáticas a São Paulo.

Um grande abraço,

LongPlay Brasil.

O quarto episódio da jornada pelas lojas paranaenses. Enjoy.

Cia da Cultura - Tv. Nestor de Castro, 243 – Loja 06 – Centro

Numeroso acervo que inclui títulos de jazz, blues, latinos, brasileiros. A maior gaveta é aquela destinada a “Internacionais”, que inclui tanto cantores quanto bandas, principalmente de rock. Algo fenomenal nessa loja são os descontos — alguns, com preço marcado de R$ 5,00, ainda ganham desconto no caixa e saem por míseros R$3,50. Com alguma sorte você acha algo que procurava, como eu encontrei um magnífico disco do Santana. Outro ponto forte é a organização: todos os gavetões estão etiquetados, os preços marcados, discos com plásticos… e mais: caso ache difícil encontrar algo ou esteja com falta de tempo, basta perguntar ao vendedor o que você procura — todo o acervo está registrado num sistema bastante eficiente no computador.

Livraria Alexandria – Tv. Nestor de Castro, 223 – Centro.

A apenas quinze passos da Cia da Cultura, esse sebo também possui alguns bons títulos, porém sem a quantidade e organização dessa outra. Visivelmente focada em livros, a Livraria Alexandria não atualiza seu acervo de discos com freqüência, como pude notar nas três vezes em que a visitei. Os quatro montes de disco estão fora de ordem de gênero e alfabética, os preços são levemente salgados, mas como disse anteriormente, é possível encontrar certa qualidade neles, que também estão em ótimo estado de conservação.

Let’s Rock – Pç. Tiradentes, 106 – Galeria Pinheiro Lima – Loja 3/4 – Centro

Altamente recomendável para fãs de metal e hard rock. A loja, também de acessórios, roupas e CDs, conta com dois gavetões de discos normalmente difíceis de encontrar, com edições limitadas, especiais, raros, lacrados. Mesmo não aparentando gostar dessas vertentes mais pesadas, os vendedores me trataram com bastante simpatia enquanto assistiam empolgados a algum DVD de metal. Quem é fã e ainda não encontrou um local que atenda às suas expectativas, deve programar uma visita a essa pequena loja bem localizada no centro de Curitiba.

Sebo Releituras – Rua Barão do Serro Azul, 71 – Centro | Rua República Argentina, 2417 – Portão

Muito Elvis, muito Beatles, preços bons. Acervo enorme de bossa nova, chorinho, MPB. Mais voltado aos ritmos tupiniquins, o Sebo Releituras tem também uma coleção especial de rock para atender a todo tipo de clientela. Os preços não são nada absurdos, mas a organização deixa um pouco a desejar. Alguns discos estão fora de ordem, deslocados dos espaços reservados aos seus respectivos gêneros, e o toca-discos tem um bastante ingrato aviso de “não manuseie sem auxílio de um vendedor”, mas nada que torne sua procura desagradável. Com dois endereços, o que permite maior rodízio de títulos, contam também com uma caixa de discos a R$1,00 cada.

Arco da Velha – Rua Brigadeiro Franco, 1941 – Centro

Local agradabilíssimo, com as paredes cobertas de discos brasileiros e internacionais. Contém itens raros principalmente nestas, mas também discos mais comuns nos compartimentinhos próprios. Uma dica é que pergunte ao vendedor o que procura, caso não ache em uma busca nos discos expostos. Atrás do balcão pode haver coisas interessantes reservadas ou sem preço, que porém o vendedor não recusa a um freguês interessado.

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